Cataguases adere ao plano ‘Minas Consciente’

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plano 'Minas Consciente'
Preeitura de Cataguases — Foto: Prefeitura de Cataguases/Divulgação

Cataguases aderiu ao plano do Governo do Estado “Minas Consciente”, que prevê a retomada gradual das atividades comerciais e industriais que foram suspensas por causa da pandemia do novo coronavírus.

Plano ‘Minas Consciente’

O decreto, que valida a adesão, foi assinado pelo Prefeito Lobo (PSDB), publicado no domingo (17) e já está em vigor.

A cidade está autorizada a aderir a onda verde, que permite o funcionamento dos serviços essenciais.

A reabertura, realizada com apoio do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), obedece aos critérios estipulados pelo Governo de Minas Gerais, baseados em estudos técnicos.

Essa retomada também leva em consideração os indicadores da taxa de incidência de casos confirmados e a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

A Secretaria Municipal de Saúde é a responsável por monitorar os indicadores epidemiológicos e a capacidade assistencial de saúde de Cataguases. Considerando esses critérios, a Secretaria poderá determinar o avanço de uma onda ou a suspensão de atividades.

Ondas

O programa “Minas Consciente” setoriza as atividades econômicas em quatro ondas (onda verde – serviços essenciais; onda branca – baixo risco; onda amarela – médio risco; onda vermelha – alto risco), a serem liberadas para funcionamento de forma progressiva, conforme indicadores de capacidade assistencial e de propagação da doença.

A adesão à onda branca, de atividades de baixo risco, não está liberada pelo Governo de Minas Gerais para municípios da macrorregião Sudeste, que engloba 94 municípios da Zona da Mata, devido aos índices epidemiológicos da região.

Cidades como Juiz de ForaUbá, São João Nepomuceno, Bicas e Visconde do Rio Branco já aderiram ao plano.

Cataguases aderiu à onda verde, que autoriza apenas o funcionamento de serviços considerado essenciais, como agronegócio, construção civil, serviços bancários, serviços de saúde, serviços de telecomunicação, funcionamento de supermercados, farmácias, postos de gasolina, entre outros. A lista completa de atividades liberadas está disponível no site do Governo de Minas.

Plano ‘Minas Consciente’

O plano “Minas Consciente – Retomando a economia do jeito certo” pretende orientar a retomada segura das atividades econômicas nos municípios do estado.

A proposta criada pelo Governo de Minas Gerais, por meio das secretarias de Desenvolvimento Econômico (Sede) e de Saúde (SES-MG), sugere a retomada gradual de comércio, serviços e outros setores, tendo em vista a necessidade de levar a sociedade, gradualmente, à normalidade, através de adoção de um sistema de critérios e protocolos sanitários, que garantam a segurança da população.

O Minas Consciente foi baseado nas informações fornecidas por diversas instituições e entidades de classe, com objetivo de auxiliar os 853 municípios do estado para que possam agir de maneira correta e responsável, mantendo os bons resultados apresentados por Minas Gerais na contenção da pandemia do novo coronavírus.

Neste sentido, o plano agrega dados econômicos, mas principalmente dados de saúde pública para orientar uma tomada de decisão responsável, segura e consciente.

 

O que deve funcionar?

O plano setoriza as atividades econômicas em quatro “ondas” (onda verde – serviços essenciais; onda branca – baixo risco; onda amarela – médio risco; onda vermelha – alto risco), a serem liberadas para funcionamento de forma progressiva, conforme indicadores de capacidade assistencial e de propagação da doença, avaliando o cenário de cada região do estado e a taxa de evolução da Covid-19.

Por meio do plano será possível acompanhar em qual onda cada segmento está situado, os informes epidemiológicos do Coronavírus divulgados, diariamente, pela SES e a distribuição dos casos de Covid-19 pelo estado.

As ondas foram criadas através de dados estaduais. De forma responsável, o gestor local poderá adaptar sua tomada de decisão à realidade econômica local, desde que devidamente justificado.

Ressalta-se que existe uma lista de setores econômicos, que devido ao seu grande risco de propagação da doença, compõe um grupo à parte, que só poderá ter suas atividades retomadas após normalização da situação pandêmica no Brasil.

Como deve funcionar?

Por meio de protocolos que orientam o comportamento a ser adotado, o Governo do Estado de Minas Gerais busca sugerir a atuação dos municípios de forma coordenada, trazendo mais controle e efetividade para o enfrentamento da situação atual.

Neste site você encontrará os PROTOCOLOS, que devem ser seguidos por todos os cidadãos, sendo organizado em orientações básicas (comum a todos os setores) e específicas (quando for necessário para determinado setor).

As orientações básicas são dividas em três dimensões:
• Empregador: regras gerais de funcionamento para qualquer tipo de empresa;
• Trabalhador: regras gerais de postura para trabalhadores;
• Cidadão: regras gerais de postura dos cidadãos.

As orientações específicas estarão disponíveis em duas dimensões:
• Empregador: regras de funcionamento para cada segmento econômico (exemplos: protocolos para óticas, hipermercados etc.);
• Trabalhador: regras de postura para trabalhadores daquele setor.

Onde deve funcionar?

A adoção das medidas e a retomada das atividades econômicas ficarão a critério dos prefeitos e prefeitas de cada cidade, a partir de informações fornecidas pelo Governo do Estado.

É importante ressaltar que a tomada de decisão local deverá levar em consideração a realidade de sua macrorregião, uma vez que a lógica assistencial e a rede hospitalar instalada na região busca atender um grupo de municípios. Assim, cada decisão impacta diretamente os municípios vizinhos, sendo necessário um alinhamento regionalizado.

 

Quando deve funcionar?

Como dito, as ondas possuem uma lógica gradual e sequencial de abertura, para que a retomada se dê de forma progressiva na sociedade, observando os impactos na rede assistencial.

Através dos canais da Secretaria de Estado da Saúde, será possível monitorar os indicadores sugeridos para tomada de decisão, que levam em conta a capacidade assistencial atual da região e a propagação do vírus.

Assim, a partir destes indicadores, será possível identificar se é o momento de proceder à uma nova onda, manter a onda atual ou retroceder à uma situação anterior, caso os dados e a tendência local sejam de agravo.

G1