Fernando Pacheco custou 500 mil reais aos cofres públicos até novembro

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Mesmo com MINAS GERAIS EM CRISE, Fernando Pacheco – Deputado Estadual de Cataguases, já gastou R$ 229.066,53 com verba indenizatória de fevereiro a novembro de 2019.

UM VELHO TEMPO DE NOVO

Segundo notícia do jornal Itatiaia, até setembro de 2019, os deputados estaduais de Minas Gerais já haviam gasto 11 milhões de reais em verbas indenizatórias.

Chama-se verba indenizatória porque é liberada após os gastos realizados pelos deputados estaduais.

A verba indenizatória é usada para ressarcir mediante comprovação dos gastos, despesas com locação de imóveis e de veículos, compra de material de expediente, combustível e contratação de consultoria, entre outros.

Em setembro, de acordo com as informações do jornal Itatiaia, entre os 76 parlamentares da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ao todo são 77) que usaram a verba, 14 gastaram mais de R$ 200 mil no período.

Três maiores

Na ocasião, configuravam no ranking sendo os três maiores deputados gastadores do dinheiro público:

Leandro Genaro (PSD) – R$ 251.445,66

Marquinho Lemos (PT) – R$ 236.226,96

Professor Wendel Mesquita (SD) – R$ 225.276,18

Fernando

Nesta mesma época, o Deputado Fernando Pacheco já havia gasto R$ 178.584,39 reais. Só não atingiu 200 mil, porque no mês de fevereiro gastou apenas R$ 3,664,33.

Mês após mês, os gastos com a verba indenizatória só aumentaram por parte do nosso deputado, chegando a pico de R$31.227,49 somente no mês de junho. Esse valor é mais do que o salário de um deputado estadual em Minas Gerais, que gira em torno de R$ 25 mil reais mensais.

R$ 522.221,56

Ao somar os gastos com a verba indenizatória, mais o salário do deputado e o auxílio moradia, Fernando Pacheco custou aos cofres públicos até novembro mais de MEIO MILHÃO DE REAIS (R$ 522.221,56)

Ainda segundo matéria do Jornal Itatiaia, cada um dos 77 deputados estaduais de Minas tem direito a R$ 113.031,45 por mês para contratar funcionários. Somado ao salário de R$ 25 mil, ao auxílio-moradia de R$ 4,3 mil e à verba indenizatória, o custo mensal de um parlamentar para o contribuinte mineiro pode chegar a R$ 169 mil. Se considerarmos esse custo no cálculo, com toda certeza o custo do deputado de Cataguases passa de UM MILHÃO.

Fernando

É incoerente – mas não surpreendente – que o deputado e economista Fernando Pacheco proponha em suas ações parlamentares a aplicação do dinheiro público de forma eficiente e transparente, mas em plena crise do estado mineiro esteja entre os deputados que mais gastam recursos estaduais.

Enquanto o povo amarga a crise econômica, funcionários públicos correm o risco de ficar sem o 13° salário, municípios sofrem com atrasos no repasse do ICMS, o representante de Cataguases trabalha para os coronéis da cidade que desejam retornar com “Um Velho Tempo de Novo”, utilizando para isso práticas legais, mas imorais, que precisam ser extintas da política nacional.

 

Antônio Cerca Onça – Equipe Operacional

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Nelson Filho é coordenador da pastoral de Comunicação do Santuário de Santa Rita de Cássia, é presidente do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) em Cataguases, diretor responsável do Jornal Minas & Gerais (MTB 17.816), estudou Ciências Sociais na UFF em Niterói, Letras na FIC e Direito na SUDAMERICA.